lifestyle

Tenho andado tão focada em mim, que pensei em partilhar os rituais que me têm curado aos poucos e me têm feito sentir muito mais em paz, muito mais eu. A batalha diária de construírmos o nosso ser interior, de nos livrarmos de qualquer energia que nos afeta, de qualquer toxicidade, de florescermos, não é algo que aconteça da noite para o dia, não é algo que dê frutos de um dia para o outro. É algo devagar e subtil, ao seu tempo, ao seu ritmo, como deve ser. Aprender a ser paciente, a ter equilíbrio, a calar o mundo e ouvir o eu, a ter calma e a saber respirar e sentir. No fundo aprendemos tudo outra vez, nascemos de novo.
Encaro isto como uma semente de uma flor bonita, a semente que coloco na terra é a da coragem e força de vontade de começar, é importante regá-la, todos os dias, com persistência, carinho, coragem uma vez mais. Não perder a calma e saber respirar é essencial. Não vamos conseguir estar aptos a enfrentar o mundo a toda a hora, e está tudo bem. Há alturas em que desabamos, outras em que só respiramos confiança. Faz parte do processo.

No fundo, tudo o que estou a aprender é a calar o mundo e a ouvir-me a mim. Acho que é o mais difícil. Somos influenciáveis, inconscientemente temos a necessidade de nos sentirmos aceites por entre as pessoas que nos rodeiam, o ser humano é mesmo assim. A família, os amigos e pessoas mais próximas também constroem o nosso ser, desde sempre, tudo o que somos devemo-lo, também, às pessoas que estão e que passam por nós, deixando aprendizagens boas ou más.
Muitas vezes achamos algo errado, questionamo-nos acerca de certa atitude ou ato ou sentimento. Mas, por as pessoas em redor o fazerem, o acharem correto, não determina de que tu, como pessoa individual, não tenhas opinião própria, mesmo que vá contra os princípios e ensinamentos que tiveste durante a vida inteira. É isto que é difícil, desfazeres-te de uma identidade que criaram para ti, por ainda não teres a autonomia de o fazeres sozinho, de o pensares por ti. É por isso que se diz que as pessoas crescem, porque deixam de depender dos outros, deixam de seguir os passos de alguém e começa a caminhar sozinhos, desenvolvem opinião própria e vontade própria.

Desde que me sinto crescer aos poucos, que me sinto presa ao que toda a gente acha, toda a gente diz, toda a gente pensa, toda a gente faz. Foi preciso ganhar muita coragem para enfrentar o mundo e querer crescer como deve ser, como eu quero, como eu penso, como eu acho. Tudo isto pode durar algum tempo, e realmente, quando não estamos bem, as coisas dão para o torto e a vida mostra-nos que, primeiro, a transformação vem de dentro.
Não podendo mudar algumas mentalidades em redor de mim, e respeitando-as como gostaria que respeitassem a minha, tenho aprendido a desprender-me de energias que me intoxicam, que me puxam para baixo, que me fazem virar costas ao caminho que pretendo seguir. Não é necessário gritaria desnecessária, nem gastos de energia a querer contrariar o outro, deixemos estar, entra por um ouvido e sai pelo outro, o orgulho não se deve sobrepor ao nosso bem estar interior. Somos muito mais. Daí dizer que, primeiro, calamos o mundo para nos ouvirmos e, depois, tudo se tornará mais claro.
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quinta-feira, 3 de janeiro de 2019
Como arranjam os amantes da leitura tempo para ler?

Para muitos, ler é coisa para gente que não faz nada. Amantes da leitura arranjam tempo para ler, assim como amantes da cozinha tempo para cozinhar e assim sucessivamente. Tal como aspirantes a escritores arranjam tempo para escrever (como nos blogs) ou aspirantes a fotografia tempo para fotografar. Porque quando se gosta de algo, arranja-se tempo, assim como quando não se gosta e não se quer, inventa-se uma desculpa. Bom, mas isto já todos sabemos, não é? A conversa do "ah e tal, não tenho tempo".
Cada um tem os seus próprios interesses e prioridades e, com o tempo que temos - apesar de 24 horas parecerem, muitas das vezes, poucas horas para o dia a dia - cabe a cada um saber o que fazer com o que nos é mais precioso nesta vida.
Ps. Nunca acreditem em alguém que vos diz que não tem tempo para algo. Essa pessoa apenas não quer transparecer que não se interessa por determinado assunto.
Onde é que nós íamos? Ah! Como é que nós, leitores compulsivos, arranjamos tempo para ler. Eis a resposta:
Primeiro que tudo uma regra básica: andar sempre com um livro debaixo da asa
Andar com um livro atrás é tiro e queda para o ler. Assim como toda a gente nunca se esquece - jamais! - do telemóvel em casa para ir dar uma espreitadela às redes sociais, é mais ou menos a mesma coisa mas, em vez de sacarem do telemóvel, saquem do livro!
Sobretudo nos tempos mortos, eu abro um livro
Quando estou à espera do comboio ou outro qualquer tipo de transporte, quando estou numa fila à espera de ser atendida (até agradeço que a fila seja enorme, fico com mais tempo para ler), quando estou à espera de alguém dentro do carro ou num café, ou até mesmo quando chego antes da hora às aulas ou algum outro compromisso, eu abro um livro.
Nos transportes públicos
Gasto, todos os dias, cerca de 4 horas em transportes públicos. Muitos de vocês talvez gastem uma estimativa aproximada, senão mais, é só fazerem as contas. Imaginem agora, uma leitura de 4 horas por dia. Caramba, os livros que dão para ler num mês... Leio muito em transportes públicos, gosto de me sentar num lugar ao sol e ler, ler muito até chegar ao meu destino.
Antes de dormir
Confessem, ou estamos estoirados e vamos logo dormir, ou ficamos uma horita ou duas de volta da internet. Já lá vai o tempo em que ler antes de dormir era um hábito comum. A leitura antes de dormir é um dos meus hábitos favoritos - e confesso que, às vezes, até perco algumas horas de sono.
Outra coisa muito importante: leiam livros de que gostem
Ninguém vai sentir prazer na leitura de um livro que não aprecie. Não se forcem a ler livros que não estão a gostar até ao fim, assim como também não vão na onda do que toda a gente está a ler no momento e queiram ler também como se fosse moda. Na literatura não há cá modas e tendências. Há o gosto de cada um e toda uma quase meditação durante a leitura. Por isso, levem o vosso tempo a escolher uma história numa livraria - eu levo muito tempo - e, se não gostarem, não forcem a leitura. Outra coisa importante: não é um livro mau que dita que todos os outros também o são, tentem outra vez. Boas leituras :)
Ps. Dêem uma vista de olhos a este artigo da wook acerca de como ler 100 livros num ano, é interessante e adverte ao que vos estou a tentar dizer.
Agradeço teres dispensado 2 minutos do teu tempo ao ler este artigo. Define as tuas prioridades e aproveita o teu tempo a fazer o que te faz mais feliz.


Eu sei que demora. Demora o olhar no espelho e sentir uma profunda harmonia na alma, e no corpo. Eu sei que é horrendo o sentimento de quem não consegue enfiar umas skinny jeans pelas pernas acima sem ficar a rebentar pelas costuras. Eu sei que é horrível a culpa que sentimos por comermos uma pizza de vez em quando ou de trincarmos um pedaço de chocolate. O mais horrível ainda, é vermos as referências da moda com metade do corpo que temos, ou com partes do corpo bastante realçadas naturalmente e que lhes dá um ar totalmente sensual. Já é mau o suficiente estarmos a tentar sobreviver neste mundo de tendências e padrões, de calças justas e decotes sobressaídos, de zero imperfeições e de maquilhagem diária. Vocês sabem, de raparigas bonitas, perfeitas e sensuais, que pouco ou nada se esforçam para sair de casa e arrebatar quem passe por elas.
Mas, sabem o que vos digo? Eu não as acho bonitas. Eu acho bonita a pessoa que se destaca da multidão por ser diferente, e hoje em dia isso não é difícil, nunca foi. Porque é como digo, estamos em constante sobrevivência neste mundo de tendências e padrões, de clones e carência de atenção. A pessoa bonita, eu acho que é aquela que não se esforça para que a notem, que não se esforça para caber nas skinny jeans, nem que se esforça para ser vista como um ser humano extremamente perfeito. Eu sei que é assim que o mundo quer, que é assim que o mundo é neste momento. Mas ainda existem os raros seres que são interessantes além aparência. Existem. E é isso que é bonito.
A pessoa bonita é aquela que aceita o corpo como casa, e que o respeita e honra acima de todas as coisas. E honrar não é necessariamente mostrar a toda a gente para sua aprovação. A pessoa bonita é aquela que nutre amor na própria pele e cuja maquilhagem considera desnecessária para que se realce qualquer pormenor, porque ela em si emana uma confiança tal que se nota em todo o gesto que faça. A pessoa bonita é a que veste o que quiser e o que a fizer sentir bonita e confortável, é a que veste uma camisa às riscas mesmo que ninguém o faça, é a que tem vontade de dançar independentemente da roupa que usa, porque não é isso que a faz feliz.
Sabem que, esta coisa das redes sociais nos anda a estragar a vida, com toda aquela gente que se pavoneia com a vida perfeita que tem e todos os perlimpimpins que encontrar para mostrar ao mundo, porque só assim é que se sente alguém. Mas esses realces no corpo de que vos falei, sabem que tudo depende da pose e do ângulo. Todos nós conseguimos ficar dignos de capa de revista com a pose, o ângulo, a roupa e a maquilhagem perfeitas. Todos. E esse padrão de gorda ou magra, não passa de um rótulo. Que quando demasiado magra já não é bonito, assim como gorda e demasiado gorda também não. Então toda a humanidade teria que ter determinadas medidas e estatura para se inserir no considerado padrão de beleza. NÃO! A menos que queiramos pertencer a esse núcleo de gente que não tem mais nada na vida para além da aparência.
É como uma gota num oceano a existência destas referências para quebrar o padrão, uma vez que somos constantemente bombardeados com toda esta falsidade humana. Mas o que é certo é que a pessoa bonita é aquela que se respeita a si própria e os próprios gostos. E esta fase de gostar do que os outros gostam para ser aceite, corrompe-nos a essência.
As referências bonitas do quebra padrão
a bonita Miriam que não deixa que ninguém lhe coloque o rótulo magra ou gorda
a lutadora Vânia do blog Lolly Taste que inspira amor próprio e expira harmonia em pleno por si própria depois de muitas dificuldades em aceitar o corpo que lhe pertence
a querida Carolina que é uma eterna defensora das mulheres, que vive bem com as suas próprias escolhas e pensamentos vincados, é quem dança por se amar e agradece por viver intensamente

Sempre gostei do meu corpo. Nunca tive guerras com a comida, dores de cabeça a pensar se comia ou não havia de comer qualquer coisa. No natal sempre comi os chocolates e os doces em cima da mesa sem peso na consciência, na Páscoa todos os chocolates eram bem vindos, nunca recusei uma fatia dos bolos de aniversário, e sempre tive uma boa relação com o espelho e com o meu corpo. O que, há uns anos atrás, se podia até dizer que era coisa de gente convencida, porque o que estava na moda era dizer que se estava gorda mesmo que não se apanhasse uma ponta de gordura.
Nos últimos tempos, tenho andado a notar diferenças no meu corpo, uma das grandes razões foi ter começado a namorar e a provar de tudo, agora tenho o hábito de repetir imensas vezes e de comer "fora de horas". Nos últimos tempos, as pessoas têm comentado que ando a ficar "cheiinha", "gorducha", e isso antes não me incomodava. Hoje, incomoda, e muito. Passei da rapariga que nunca ligou às imagens do espelho ou bocas de gente alheia, para aquela que não consegue deixar de ouvir tudo o que dizem sobre ela. E é aqui que temos que fazer alguma coisa.
Essas mesmas pessoas, antes, diziam que precisava de comer melhor, que estava muito magra. Hoje, dizem que estou gorda, até demais. Percebem? Nós nunca vamos estar "nos trinques" aos olhos de ninguém. É por isto que não nos devemos basear na opinião das outras pessoas. É por isto que devemos olhar-nos ao espelho e, se realmente nos incomoda a situação, mudar. Por nós. Mas acima de tudo, gostar primeiro. Porque não deixamos de ser quem somos pelo número que a balança nos mostra, ou pelo tamanho dos jeans. A sociedade criou um padrão tão vincado de pessoas super magras que só vestem 32, que vestir acima disso já parece que não somos deste mundo. Percebem o exagero disto? Não é o fim do mundo vestir o 38, o 42 ou o 48, ou outro número qualquer. As pessoas "magras" são bonitas assim como as pessoas "gordas". O que precisamos é de tirar da nossa cabeça o padrão que o mundo adotou, e de mais pessoas reais nas revistas e publicidade alheia da tv.

Faz-nos bem fazer o bem. Fazer o bem aos outros, sem nos esquecermos de nós também. Talvez seja uma das fórmulas para a felicidade, não sei. Só sei que faz um bem danado.
Dizem que está nas nossas mãos, destruir ou mudar para melhor o dia de alguém, com um gesto, uma palavra, qualquer pormenor. Vocês sabem do que falo, certo? De certeza que já aconteceu a toda a gente, alguém nos ter ignorado ou falado de um modo mais brusco, dito algo que nos magoou, ou feito algo que nos botou abaixo, mesmo que não queiramos que transpareça.
Nós não sabemos no que vai nas costas do outro, não sabemos o peso que carrega ou que vazio ele ocupa, sabemos que temos o "poder" de fazer alguém feliz por um bocadinho, ou mudar-lhe o dia para o pior. Toda a atitude tem a sua consequência.
É por isto que devemos praticar o altruísmo. Por mais humanismo - embora este termo esteja a mudar radicalmente. Chamemos-lhe altruísmo apenas, ou gente com alma. Chamemos-lhe gente com a consciência de que a vida é difícil para todos, e que todos precisamos uns dos outros. Tudo o que damos, recebemos, amor ou ódio. Já dizia o karma "what goes around, comes around" (o que vai, retorna).
Nós, que temos este dom da racionalidade e criámos a ligação global via redes sociais - o que, verdade seja dita, está a fazer o efeito oposto - há que aproveitar esta boa onda de abrir caixinhas no chat e mandar uma mensagem agradável ao próximo, está à distância de cliques e nem sequer nos ocupa um minuto do nosso tempo.
Nós não sabemos no que vai nas costas do outro, não sabemos o peso que carrega ou que vazio ele ocupa, sabemos que temos o "poder" de fazer alguém feliz por um bocadinho, ou mudar-lhe o dia para o pior. Toda a atitude tem a sua consequência.
É por isto que devemos praticar o altruísmo. Por mais humanismo - embora este termo esteja a mudar radicalmente. Chamemos-lhe altruísmo apenas, ou gente com alma. Chamemos-lhe gente com a consciência de que a vida é difícil para todos, e que todos precisamos uns dos outros. Tudo o que damos, recebemos, amor ou ódio. Já dizia o karma "what goes around, comes around" (o que vai, retorna).
Nós, que temos este dom da racionalidade e criámos a ligação global via redes sociais - o que, verdade seja dita, está a fazer o efeito oposto - há que aproveitar esta boa onda de abrir caixinhas no chat e mandar uma mensagem agradável ao próximo, está à distância de cliques e nem sequer nos ocupa um minuto do nosso tempo.


Há inúmeros problemas com os quais nos deparamos diariamente em que a solução está, muitas das vezes, à nossa frente: a hidratação. Não é por acaso que temos que ter sempre uma garrafa de água connosco. A água traz a maior parte dos benefícios ao nosso corpo e, a falta dela, pode estar a originar os diversos problemas com que lidamos. Além da sede, o corpo manifesta-se de muitas outras formas. A revista Cosmopolitan e o site de lifestyle Little Things divulgaram alguns dos sintomas mais comuns que sentimos quando estamos desidratados.
Quanto tens demasiada sede
A desidratação afeta a concentração de eletrólitos no corpo, que ajudam não só a regular as funções dos músculos e dos nervos, como também o funcionamento do metabolismo. Quando os rins sentem a falta de água no organismo, o cérebro aciona a sede como resposta e alerta para a extrema necessidade de hidratação.
Dores de cabeça e cansaço
Facto: para o cérebro funcionar em plenitude, o organismo tem de estar hidratado. São várias as vezes em que procuramos por alimentos que dão energia, mas a água é um elemento fundamental para se sentir mais proativo. Se estiveres desidratado, o trabalho das enzimas (que ajudam o processo metabólico do corpo) começa a falhar e é normal que sintas dores de cabeça e tonturas.
Asma e alergias
Sabias que enquanto respiras estás a perder água? Sim, isto acontece, mas em forma de vapor (é por isso que é possível embaciar uma janela com a respiração). Quando o estado de desidratação já é elevado, o corpo armazena o máximo de água possível e fecha as vias respiratórias, o que leva, consequentemente, à dificuldade em respirar normalmente.
Além disto, as mucosas da boca começam a secar, a garganta começa a ficar irritada e o nosso organismo começa a produzir mais histamina – uma substância produzida para atuar contra a alergias.
Problemas de pele
Antes de mudares de creme, pensa que o problema da sua pele poderá vir da desidratação. É através da urina e do suor que o corpo liberta a maioria das toxinas. Por isso, se urinares pouco, a acumulação desta substância pode trazer vários problemas.
A secura da pele é um dos principais sintomas e, consequentemente, poderá levar a várias infeções ou inflamações, como eczemas.
Problemas nas articulações
Para as articulações funcionarem normalmente têm de ter um líquido chamado sinovial que ajuda os ossos, músculos, ligamentos e tendões a trabalharem normalmente e a corresponderem a qualquer exercício. É constituído essencialmente por água e, por isso, a sua escassez afeta todos estes tecidos.
Aumento de peso
A água pode ajudar a manter o peso ou a perdê-lo. Quando as células estão privadas de energia é normal que sintas cansaço e isto poderá levar-te a comer. Na verdade, por vezes, basta beber água.
A água gelada, por exemplo, dá um boost de energia ao corpo e faz com que a comida seja processada de forma mais eficiente.
Envelhecimento precoce
Tal como o Little Things escreve, imagina o teu corpo como uma planta. Sem água suficiente, as folhas começam a secar e a ficar com um aspeto ressequido. O corpo funciona da mesma forma. Sem água, a pele e outros órgãos vão começar a “murchar” e a envelhecer prematuramente.
É claro que isto leva ao aparecimento de rugas e à descoloração da pele.
Irritação constante
É possível que te sintas irritado, confuso e mais ou menos farto de tudo. Ao invés de culpar o trabalho, a família ou o/a namorado/a, a solução pode passar simplesmente por beber água. A desidratação leva à baixa pressão arterial e isto faz com que o sangue e oxigénio não cheguem ao cérebro.


Por vezes fica complicado apanhar sol, salvo algumas exceções, quando saímos, vamos à praia, etc. As vantagens de apanhar sol é desconhecida por muitos e conhecida por poucos. O sol pode prevenir muitas doenças e ajudar no tratamento de outras. Não vejam o sol apenas para apanhar um bronze de fazer inveja, nem para apanhar um escaldão que nunca mais se esquecem. Nós precisamos dele, na sua medida certa. Precisamos de vitamina D.
Desde algum tempo atrás, podemos ler nas notícias que o sol faz mal para a saúde, que provoca cancro, queima a pele e envelhece, mas esquecem-se de citar que a Vitamina D, um dos maiores protetores de pele contra várias doenças incluindo o cancro, é produzida pelos raios ultravioleta B (UVB) proveniente do Sol. O sol só é prejudicial quando em tempo demasiado ou com grande intensidade.
Tomar banhos de sol pode trazer muitos benefícios à saúde, se a exposição for de, pelo menos, 15 a 30 minutos por dia, antes das 10h da manhã e após as 16h, mas sem proteção solar. Isto porque, a exposição correta ao sol estimula a produção de vitamina D, que é essencial a diversas atividades do corpo, além de estimular a produção de melanina, prevenir doenças e aumentar o bem estar.
Produção de vitamina D
A exposição ao sol é a principal forma de produção de vitamina D pelo corpo, que é essencial de várias maneiras
- Aumenta os níveis de cálcio no organismo, o que é importante para o fortalecimento dos ossos e articulações;
- Ajuda a prevenir a formação de doenças como osteoporose, doenças cardíacas, auto-imunes, diabetes e o câncer, principalmente no cólon, mama, próstata e ovários, pois reduz os efeitos da transformação das células;
- Previne doenças auto-imunes, como artrite reumatóide, doença de crohn e esclerose múltipla, pois ajuda a regular a imunidade.
A produção de vitamina D pela exposição ao sol é maior e traz mais benefícios ao longo do tempo do que estarmos a tomar comprimidos.
Diminui o risco de depressão

A exposição ao sol aumenta a produção de endorfina pelo cérebro, substância antidepressiva natural, que promove sensação de bem-estar e aumenta os níveis de alegria.
Além disso, a luz solar estimula a transformação da melatonina, a hormona produzida durante o sono, em serotonia, que é importante para o bom humor.
Melhora a qualidade do sono

A luz do sol ajuda a regular o ciclo do sono, que é quando o corpo compreende que está na hora de dormir ou de ficar acordado, e evita episódios de insónia ou dificuldade de conseguirmos adormecer à noite.
Protege o organismo contra doenças

A exposição ao sol moderada e nos horários corretos, ajuda a regular o sistema imune, dificultando a formação e combatendo as doenças da pele relacionadas à imunidade.
Ficamos bronzeados

Apanhar sol, moderadamente, estimula a produção de melanina, que é a hormona que dá o tom mais escuro à pele, impede a absorção de mais raios UVB, protegendo o corpo contra os seus efeitos tóxicos.
Para obter estes benefícios, não se deve tomar sol exageradamente, pois em excesso, o sol pode trazer consequências, como a desidratação. Além disso, para diminuir os riscos da exposição aos raios UV do sol, é recomendado o uso de protetor solar.


Dá uma preguiça levantar de manhã para ir fazer exercício não é? Seja para o que for, até. Estamos assoberbados de tarefas diárias que o mais pequeno pedaço que temos para descansar e dormir é precioso. Mas, isto traz outras vantagens: se caminharmos nem que seja 20 minutos pela manhã vamos sentir-nos mais ativos e essa preguiça vai começar a desaparecer aos poucos.
É ideal para as pessoas que não costumam fazer exercício e, nesta altura do ano, é a hora certa para começar - encaremos isto como umas voltas matinais para espairecer, algo que nos faz bem física e mentalmente. A caminhada é uma atividade física indicada por cardiologistas para emagrecer e manter a saúde do coração e da mente, diminuindo a ansiedade e o stress, por exemplo. Já agora: lembram-se de melhor exercício para levar o vosso melhor amigo convosco? E, como se essa vantagem já não bastasse, são eles que também nos fazem diminuir a ansiedade e o stress. Então, os cães e as caminhadas, são dois aliados perfeitos!

Todos conhecem os benefícios da prática de desporto, de exercitar o corpo com alguma atividade para melhorar a saúde e cuidar do nosso peso. Ideal pela manhã ou à tarde, naquelas horas em que o sol não está muito forte e é agradável sair para a rua. Uma caminhada diária de 20 minutos é uma coisa muito fácil de fazer, seja sozinho ou na companhia de outra pessoa, ou do nosso cão.
No entanto, nem sempre temos tempo, seja por causa do trabalho ou pelas obrigações diárias. Mas, e se vos dissesse que com somente uma caminhada de 20 minutos por dia podemos obter uma infinidade de benefícios? Na verdade, incluir na nossa rotina este exercício, proporcionará uma autêntica qualidade de vida, vou explicar o porquê:
Melhoras cognitivas

Realizar uma caminhada diária de 20 minutos melhora as funções cognitivas. O cérebro fica oxigenado e relaxa, obtém novos estímulos, recebe um maior aporte sanguíneo e favorece a sintetização de endorfinas (as hormonas do bem estar).
Se o exercício for constante e diário, funções básicas como a atenção, a memória e o processamento da informação melhorarão notavelmente.
Saibam que, em certos momentos, caímos numa rígida rotina na qual a monotonia afeta o nosso rendimento e motivação. Algo tão simples como sair para caminhar coloca-nos em contacto com a natureza ou com a cidade, ativa o nosso coração e o nosso cérebro. Poucas coisas são tão gratificantes.
Um bom tratamento para a depressão

As pessoas que atravessam períodos de tristeza ou depressão tendem a preferir ambientes com baixa estimulação: pouca luz, pouco som e contacto social. Algo tão simples como sair para caminhar pode melhorar o ânimo e o contacto da pessoa com o mundo.
Andar, respirar profundamente e pôr o nosso coração a funcionar num ritmo equilibrado atua como relaxante para o cérebro. É precisamente neste estado de bem-estar que os nossos pensamentos começam a relacionarem-se. Vemos as coisas de outra maneira, de um modo menos negativo e onde os problemas já não parecem tão graves como eram antes.
Se adquirirmos o saudável costume de caminhar diariamente por 20 minutos, não somente estaremos a cuidar da nossa saúde, mas também estaremos a encher-nos de emoções positivas capazes de combater a depressão.
Um simples modo de cuidar do coração

Uma caminhada diária de 20 minutos é a aliada perfeita para cuidar da saúde cardiovascular. Aumenta a força do nosso coração e sua capacidade para bombear o sangue.
As artérias tornam-se mais elásticas e podem dilatar-se muito melhor para permitir a circulação sanguínea.
Vocês sabiam que com esta simples caminhada diária combatemos a hipertensão arterial? Pois é, e não importa a idade: o quanto antes colocarmos isto em prática, poderá prevenir muitas dessas doenças que, em certos casos, são hereditárias.
Também previne a aparição da diabetes, já que melhora o nosso metabolismo e o nível de açúcar no sangue.
Outros benefícios
Melhora a circulação sanguínea
Diminui os riscos de problemas cardíacos
Melhora a ansiedade e o stress
Auxilia nas dietas de emagrecimento
Ajuda a tonificar e fortalecer os músculos
Reduz a pressão sanguínea e os níveis de colesterol no sangue
Evita o aparecimento da osteoporose
Combate a diabetes
Melhora o nível de condicionamento físico
Aumenta a imunidade do organismo
Redução do inchaço nas pernas e tornozelos
Prevenção da obesidade e ajuda a perder peso
Melhora a postura corporal
Nunca é tarde para começar. Não importa se não estiverem acostumados a fazer nenhum exercício: uma simples caminhada diária sempre é fácil de cumprir. Basta achar o momento, 20 minutos para nos desconectarmos de tudo e relaxar.
Usem um bom calçado que mantenham os pés firmes, vistam roupa confortável e levem água - hidratação é importante, ok?
O ideal seria fazer uns 2km diários. Se pouco a pouco forem aderindo a este hábito estão a cuidar da vossa saúde da maneira mais simples e agradável possível. Então, começamos hoje?


A nossa vida resulta, muitas vezes, na maneira como encaramos as situações. E se vos disser que, dependendo do modo como vocês encararem os dias, o quotidiano muda (e muito!) de forma a que criemos hábitos que melhorem os nossos dias?
Todos os dias podem parecer iguais, a rotina dá cabo de nós. Somos engolidos pelo trabalho e pelos imprevistos da nossa vida pessoal. Por vezes não sabemos separar as águas e mistura-se tudo, criando uma tempestade - que podemos evitar. Está na hora de parar e repensar nos nossos hábitos diários.
Meditar
- Acreditem, há diversas maneiras -
Uma sessão de meditação assim que começamos o dia ajuda-nos a encarar os obstáculos que nos esperam de uma forma mais calma e serena. Sim, a meditação matinal pode trazer benefícios como a redução do stress, o melhoramento das nossas relações para com os outros, o aumento de criatividade e bom humor. Mas não pensem que agora vão ter que estar sentados com as pernas à chinês e com os indicadores e polegares colados, enquanto pronunciam um zumbido que a vocês não vos diz nada. Há mais formas, se a meditação tradicional não for a correta para vocês, de nos afastarmos do mundo. Há quem simplesmente oiça música para desanuviar, outros vão correr pelo parque antes de ir trabalhar, não só para se manterem em forma, mas porque também é uma das maneiras de pensarem na vida e de limparem a mente. Tudo depende do que vos deixa em paz e do que vos faz sentir bem.
Café
Vários estudos chegam à mesma conclusão: o café faz bem. Estimula o corpo e a mente e tem a capacidade de aumentar a concentração. O elemento que marca o início do dia, o seu aroma só nos lembra as manhãs e o momento de calma e tranquilidade que nos proporciona. Mas, tudo o que é demais, faz mal - não abusem nas chávenas de café, senão correm o risco de ficarem dependentes da cafeína, ok?
Comer melhor
Nós somos o que comemos. Já ouviram isto em algum lado? A nossa dieta - e com isto quero dizer o que ingerimos diariamente - reflete o nosso desempenho físico e psicológico, a energia que precisamos para enfrentar os dias, o modo como encaramos a rotina. Ter uma alimentação equilibrada e variada - comam de tudo, dos chocolates aos brócolos - faz a diferença. Passem por um mercado ou supermercado biológico e apostem em alimentos naturais e ricos nas vitaminas e proteínas que precisamos diariamente. Está na hora de nos preocuparmos no facto de maior parte dos alimentos virem para a nossa casa processados e cheiinhos de químicos, não acham?
Hora de almoço
- fora do trabalho -
Almoçar a correr para acabar as tarefas pendentes e fazer o mais possível? Onde fica aquela hora de ouro onde fazem uma pausa preciosa e vão encher o bandulho depois de uma manhã agarrados ao trabalho? Não deixem que nada vos tire a "meditação" (com o significado que referi acima) à hora de almoço. O ideal seria saírem do ambiente de trabalho, irem dar um passeio, talvez comer fora uma vez ou outra, ou apenas ir beber café à esplanada.
Exercício
O exercício físico dá-nos energia - ao contrário do que vocês podem ter pensado. Deixamos de estar tão expostos à procrastinação e ao stress, despertamos e encaramos os dias de uma maneira muito mais ativa. Não pensem que, se começarem a fazer exercício, vão ficar muito mais cansados do que já andam. Experimentem e vão ver que se sentem muito mais ativos e enérgicos ao longo do dia, e que na hora de dormir, descansam muito melhor.


Fazer exercício. Comer melhor. Emagrecer. Acordar mais cedo. Juntar algum. Estas são as resoluções mais comuns. Mas já pensaste que a nossa felicidade não depende única e exclusivamente destes fatores? Há coisas mais simples que podemos alcançar - e que nos tiram um peso da vida, transformam a nossa maneira de ver o mundo. O importante, primeiro, é sentirmo-nos bem com nós próprios.
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Podes não ter dotes para escrever, mas ninguém vai ler o que exprimires se não o quiseres. Os nossos pensamentos conseguem virar o nosso mundo de cabeça para o ar, e as nossas emoções podem ser uma verdadeira roda gigante. Uma das melhores maneiras de refletir sobre os problemas e expulsá-los cá para fora. Escrevê-los ou desenhá-los num papel é uma forma de tomarmos consciência da existência de certos sentimentos e pensamentos para tornarmos a sua solução mais clara.
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Começa bem as manhãs
É quase garantido: a forma como o dia começa determinará o modo como o mesmo vai decorrer. Para fazeres a diferença no teu dia a dia, põe em prática uma manhã que te prepare para os obstáculos que enfrentarás ao longo do dia, seja começar por tomar um pequeno-almoço saudável e equilibrado, com uma música calma, meditando ou até mesmo com uma caminhada matinal para te sentires com mais energia. Só não fiques com preguiça, nem fiques na cama até à última para depois te despachares a correr. Faz o teu dia valer a pena com uma manhã em cheio - aposta nas pequenas coisas que mais gostas de fazer para te desligares do mundo por um bocado e te preparares para o que aí vem.
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Observa mais o que está à tua volta
Hoje em dia, é difícil arrancar os olhos das redes sociais e de tudo o que é tecnologia. Mas admite lá, não sentes que se torna um mau hábito, que a vida te passa à frente e que tu nem sequer a vês? Está na hora de mudar isso, se assim sentires que tiver que ser - impõe um novo hábito para seres mais feliz: sempre que estiveres na rua, observa. A caminho do trabalho, do supermercado ou do café mais próximo, não olhes para o telemóvel - nem para ver as horas! Observa aquilo que te rodeia, acredita que te vai fazer notar as mais pequenas coisas, e vais conseguir ver o mundo de outra maneira.
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A gratidão mora no teu peito
Ser grato todos os dias enche-nos de energia positiva e bom humor. A gratidão muda muito o modo de ver a vida e de ser enquanto pessoa, diria que é a palavra chave para se ser mais feliz. Termos consciência da sorte que trazemos connosco por termos aquilo que temos e por certas pessoas fazerem parte da nossa vida é um grande passo para nos sentirmos bem na nossa própria pele. Agradece. Reflete mais sobre o lado bom da vida.
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Caminha
Ah... as caminhadas matinais e ao pôr-do-sol... É uma ótima estratégia para fugirmos de tudo, para termos espaço para pensar e refletir e, para nós. Vê isto como uma terapia sem preço, que nos alivia de tudo o que temos como peso. Aproveita todos os instantes - de manhãzinha, à hora de almoço, ao fim da tarde, aos fins-de-semana - para andar um pouco, dar um passeio pelo parque ou até deixar o carro e observarmos mais enquanto caminhamos para o trabalho ou supermercado. A vida vai parecer mais simples, mais limpa, mais leve.
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Viaja!
Não, não me esqueci desta terapia. Viajar é abrir horizontes e explorarmos não só o que nos rodeia mas a nós próprios. Conhecer outros lugares, outras pessoas, outras formas de viver. É uma forma de nos desligarmos do mundo da rotina, e nos deixarmos levar pelo mundo por explorar. Uma das resoluções deve ser poupar para viajar, mas não nos esqueçamos de que viajar não é equivalente a sair do país (o que nos arranca muitas notas do bolso). Ficar pelo país de origem e explorá-lo - já conheces Portugal inteiro? De cima a baixo? - Talvez seja uma boa forma de começar e de poupar para uma viagem maior.


Viver rodeado de tralha pode ter consequências como:
Sem energia
Ter o nosso espaço atulhado de coisas, muitas delas desnecessárias, realmente deixa-nos cansados e desmotivados, vamos ficando cada vez mais desleixados, e não é só em casa, é também em relação à nossa vida fora dela.
Altera a vida social
Quem é que não gosta de receber a família e amigos? Jantaradas lá em casa e conversas que perduram até de madrugada fazem bem de vez em quando. Mas e se tivermos a casa numa lástima, como é que fazemos? Ficamos envergonhados por termos a casa tão desarrumada que evitamos receber visitas. Ainda achas que a desorganização não tem poder sobre a nossa vida?
Contribui para a procrastinação
Não queiram isto. A tralha ajuda-nos a ficar sem foco e motivação para os nossos objetivos, pois o ambiente em redor não sugere nada a não ser confusão, e é isso que vos está a refletir. A energia estagnada puxa-nos para baixo e faz-nos sentir sem esperança.
Causa discussões
Ter o nosso cantinho numa barafunda não nos faz muito felizes assim que chegamos a casa ou quando temos que desviar vai-se lá saber o quê para ter um espaço para ler ou para fazer algo mais. O facto de não estarmos à vontade vai afetando o nosso humor, e isto dá origens a discussões que podem ser evitadas, tanto em casa como no dia a dia fora dela.
Tudo isto para vos dizer que não precisam ser uns doidos pelas limpezas, mas de vez em quando convém ir arrumando isto e aquilo. O ideal seria adotarmos o hábito de arrumar assim que usamos alguma coisa, e não "deixar ali para mais tarde". Todos nós gostamos de ter o nosso refúgio arrumado, limpo e organizado, traz-nos bem estar e segurança, afinal, é em casa que queremos estar depois de um dia em cheio, e não um lugar de onde queremos fugir porque está uma confusão e temos um montão de coisas para fazer - tanto que depois não fazemos. Não é nada de muito complicado, e podemos resolver muitas questões que pensamos não ter solução. O ambiente em casa tem um grande peso sobre nós.


Há dias assim, e parece que, por agora, vieram para ficar.
Mas não é preciso desanimar só porque hoje o dia não brilha. Há alternativas para fazermos nestes dias mais aborrecidos, que só eles nos podem proporcionar. Quem é que se sente bem em fazer maratonas no sofá quando está um dia de sol e calor, sem ficar de consciência pesada? A chuva proporciona-nos uma sensação de bem estar dentro de casa, e há inúmeras coisas que pudemos fazer para passar o tempo.
Treina as tuas habilidades culinárias
Muitas vezes temos aquele bichinho que nos puxa para experimentar uma receita ou outra. E qual a altura ideal senão num dia chuvoso? Dias de chuva pedem bolos de chocolate ou, caso queiras algo mais prático, aqueles bolos de canecas que vão ao microondas.
Para quem não quer ficar por casa
Para quem não quer ficar por casa, uma das melhores desculpas para ir qualquer lado, seja um museu, cinema, livraria ou centro comercial, é um dia de chuva. Podes aproveitar para colocar as tuas compras em dia.
Lê
Se há algo mais reconfortante do que ler com as mantas em cima e um gato aos pés, acompanhado de um chocolate quente, eu não sei. Aproveita para colocar a tua leitura em dia.
Faz uma maratona de filmes/séries no sofá
Quem diz livros, diz séries. Aposto que também és um verdadeiro adepto do barulho da chuva enquanto estamos em casa no quentinho, a saborear um mar de episódios por ver.
Adianta estudos/trabalho
Adianta os estudos que tens andado a adiar ou aquela tarefa para ficares mais descontraído no trabalho. No entanto, também pode ser a altura ideal para estudares aquele tema que andas a adiar há algum tempo.
Para os entusiastas do desporto
Sugiro que vão para o ginásio (não chove lá dentro) ou, caso não frequentes, há muitos exercícios simples, mas que fazem a diferença, e que podem ser feitos em casa.
Cuida de ti
A rotina do dia-a-dia pode deixar-nos sem tempo para cuidarmos de nós.
Aproveita estes dias de chuva para teres a desculpa de que não dá vontade de sair de casa, e põem em prática aquelas receitas caseiras de hidratação.
Organiza-te
Pode parecer chato, mas já que vais ficar por casa podes aproveitar para te organizares. Arruma o teu espaço, faz uma revolta no armário ou arranja um novo método de organização, seja para a estante da sala, os armários da cozinha ou as gavetas do quarto.
De volta aos jogos
Há quanto tempo não pegas naqueles jogos de tabuleiro encostados a um canto? Caso tenhas companhia, é um ótimo refúgio em dias chuvosos, como antigamente.
Uma vista de olhos no baú
Uma espreitadela aos tesouros escondidos aí por casa vai valer-te de um dia em cheio. De certo que encontrarás álbuns antigos que irás saborear com memórias queridas perto dos teus, um ótimo programa para dias assim.

terça-feira, 27 de fevereiro de 2018
Colocar a leitura em dia mesmo estando ocupado

A rotina do dia a dia tem-vos tirado o tempo para a leitura? Por vezes queremos muito ler um livro mas com a cabeça à roda e sempre em correrias acabamos por desistir ou deixá-lo a meio. Nada que não se resolva. Vou relembrar-vos dos pequenos break times que temos ao longo do dia e que passam por nós sem darmos por eles e de como podemos fazer para criar hábitos que vos ajudem a reservar um tempo para ler.
Estabelece metas de leitura
Procura estabelecer uma meta de leitura. Ao pegar num livro, podes anotar quantas páginas desejas ler num determinado dia. Além disso, caso estejas muito ocupado, é mais fácil ler um livro com menos páginas rapidamente. Podes desafiar-te a ler um livro por mês, ou de três em três meses. A escolha é tua, dependendo da tua disponibilidade e força de vontade.
Lê antes de dormir
Além de ser uma ótima atividade para relaxar, ler antes de dormir pode ajudar a adormecer mais facilmente. Um pouco antes de te deitares, procura reservar um tempo para a leitura. Isso pode fazer com que te levantes mais bem disposto no dia seguinte. Já deves ter ouvido dizer que devíamos deixar as tecnologias de lado 2horas antes de dormir, eis uma oportunidade para colocares a tua leitura noturna em prática - só não te esqueças de que tens que descansar, e não convém leres até às tantas se no dia a seguir tens que te levantar cedo.
Lê durante a manhã
Também é possível aproveitar a rotina da manhã para colocar a leitura em dia e, para mim, foi a que mais me ajudou a voltar a ter a leitura em dia. Podes pegar um livro e lê-lo enquanto estiveres dentro do autocarro, do metro, do comboio enquanto estamos a caminho do trabalho ou da faculdade, esse tempo é tempo morto, em que costumamos estar a olhar pela janela ou ao telemóvel. Também há quem acorde mais cedo, caso não dê jeito durante a semana então durante o fim de semana, para ler, é uma ótima maneira de começar o dia e verás que depois do teu momento de paz e sossego matinal vais encarar melhor o dia.
Utiliza a tecnologia a teu favor
Embora não concorde totalmente com isto, porque um livro será sempre um objeto que não se pode substituir, o seu cheiro, a textura das páginas, dão à leitura outra dimensão, mas enfim, reconheço que é melhor para o ambiente e para quem carrega os livros atrás. Aparelhos como smartphones também podem ser grandes aliados da leitura. Através de aplicações como o Kindle, por exemplo, podes ter acesso a diversos livros digitais e lê-los a caminho do trabalho ou da faculdade. Isso pode ser muito útil para diminuir o peso na mochila.
Boas leituras!


Já há algum tempo que essa coisa de fazer montanhas de coisas ao mesmo tempo começou a ficar fora de moda. Fazer uma coisa de cada vez é cada vez mais a tendência, o slow living. Não é fácil, mas é possível. Dedicarmo-nos a uma tarefa, seja ela qual for, e dar-lhe toda a nossa atenção. Apreciar as pequenas coisas que movem o nosso dia-a-dia.
De modo a que consigamos fazer uma coisa de cada vez, apreciando o momento, deixo-vos pequenos objetivos a realizar um a um. Esta listagem de coisas boas por fazer veio do blog Edição Limitada.
- Tomar o pequeno almoço, ou outra refeição, sem verificar o telemóvel
- Observar apenas o que acontece do lado de lá da nossa janela
- No caminho para o trabalho ficar apenas a observar o caminho
- Ver um filme em casa, do príncipio ao fim, sem parar - como quando estamos no cinema
- Ouvir mais e melhor, sem interromper o outro para falar
- Em vez de ir iniciando várias tarefas à medida que elas aparecem, registar tudo num só caderno
- Definir, pôr em prática e manter uma rotina de manhã e uma rotina do final do dia
- Trabalhar em blocos de 20 ou 30 minutos e depois fazer uma pausa
- Passar um dia sem tecnologia
- Verificar os emails apenas 2 vezes ao dia
- Fazer o jantar do início ao fim, de forma dedicada e não por "obrigação"
- Ouvir um podcast, ler um livro, ouvir música e prestar atenção às letras
O essencial é fazer cada pedacinho do nosso dia a dia com o coração, tornar uma tarefa em algo agradável e que gostamos de fazer, assim torna-se mais fácil enfrentar os obstáculos diários. O que levamos desta vida é o que fazemos dela, e o modo como encaramos a jornada é o segredo para sermos mais felizes. Carpe diem, certo?

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